25 de dez de 2015

Restrospectiva 2015: Séries que assisti

2015 está chegando ao fim e fiquei com uma vontade enorme de compartilhar com vocês tudo o que assisti e li durante esse ano tumultuado, mas que foi muito engrandecedor e enriquecedor nesse sentido. Espero que algumas dessas dicas venham para turbinar as listas de vocês. 

Nessa postagem vou começar pelas séries que assisti:


 You're the Worst - FXX


Sinopse: A série mostra o que acontece quando duas pessoas tóxicas e autodestrutivas se apaixonam. Apesar de serem como são, elas tentam o impossível: um relacionamento.
Eu ainda estou meio amarga depois da season 2 finale dessa série, mas a vontade de recomendá-la não diminuiu. Ela é a antítese das romcoms por retratar duas pessoas que normalmente não funcionariam dentro de um relacionamento e, mesmo assim, enche nosso coração de ternura com as tentativas de Jimmy e Gretchen de funcionarem juntos e verem onde podem chegar. 
A segunda temporada deu um aumento na qualidade da série ao tratar de modo sério o assunto da depressão. E, embora o final tenha me deixado meio frustrada, digo a vocês que poucos shows de TV tiveram a mesma precisão que You're the Worst. Recomendo. 

House of Cards - Netflix


Sinopse: Remake de uma série da BBC dos anos 90, House of Cards tem como protagonista Frank Underwood (Kevin Spacey), um político que lidera a bancada majoritária da Câmara dos Representantes dos Estados Unidos. Underwood fica decepcionado quando descobre que não ocupará o cargo de Secretário de Estado da nova gestão, posto que foi prometido anteriormente a ele, pelo agora recém-eleito presidente. Em vez de aceitar a derrota, Frank decide usar seu conhecimento sobre os bastidores da políticas para orquestrar sua vingança.

Sei que todo mundo anda bem de saco cheio de política esse ano, mas ainda sim me vejo na obrigação de recomendar House of Cards a quem aprecie uma boa trama política de explodir cabeças. De quebra, a terceira temporada nos premia com a ascensão de uma das melhores personagens femininas da atualidade e que certamente entrará na minha coluna de Personagens Femininas

The 100 - CW


Sinopse: Baseada no livro homônimo e primeiro de uma trilogia de Kass Morgan. A série aborda um apocalipse nuclear que dizimou o planeta Terra e destruiu a civilização há 97 anos atrás. Os únicos sobreviventes foram os 400 habitantes de 12 estações espaciais que estavam em órbita durante o acontecimento, que depois uniram-se e formaram a Arca. Depois de tantos anos, a população das estações aumentou e os recursos estão quase acabando, o que pode significar o fim dos seres humanos. Por isso, os comandantes enviam para a Terra cem jovens prisioneiros, na tentativa de testar a situação do planeta e descobrir se existe a possibilidade de retorno ao local. Além de lidarem com as próprias diferenças, o grupo precisa se unir para enfrentar os perigos que os aguardam por causa da radiação. Para complicar, tudo indica que eles não estão sozinhos. E que há um assassino no meio deles.

Um dos pilotos mais desanimantes que assisti no ano de 2014 com toda a certeza, fazendo com que a série fosse imediatamente riscada de minha lista. Foi preciso muitos comentários positivos, muita argumentação de pessoas de confiança e muita paciência com a primeira metade da temporada de estreia para encarar The 100 com um sorriso no rosto. Hoje a série integra a minha lista de favoritos, ocupa o espaço de sci-fi que faltava em minha vida e ainda me encanta com o maravilhoso desenvolvimento de suas personagens femininas. 

Marvel's Agents of S.H.I.E.L.D. - ABC


Sinopse: Após os acontecimentos em Nova York, retratados em Os Vingadores, a S.H.I.E.L.D. (Superintendência Humana de Intervenção, Espionagem, Logística e Dissuasão) deve mobilizar seus integrantes para solucionar vários casos relacionados com super-heróis. A equipe é liderada pelo agente Phil Coulson.

Outro piloto que fez tudo menos empolgar. Adicione o fato de que eu estava saturada de todo o hype no Universo Marvel. Não fosse a diva Peggy Carter, eu nunca teria maratonado os filmes do universo cinematográfico e me aventurado nessa série que já figura na minha lista de favoritas (e das que não atraso). 


Marvel's Agent Carter - ABC


Sinopse: Anos antes do agente Coulson e da equipe da S.H.I.E.L.D., havia a agente Peggy Carter, em uma época quando as mulheres não eram reconhecidas como tão inteligentes ou fortes quanto os homens.
A série se passa em 1946, quando Peggy tenta se ajustar ao emprego e à vida de solteira, depois de perder o amor de sua vida, Steve Rogers, o Capitão América. Mas tudo muda, quando um velho conhecido, Howard Stark, é acusado de ter liberado suas armas de destruição em massa no mercado negro. Peggy, a única pessoa em que ele confia, deve localizar os responsáveis, livrar-se das armas e limpar o nome dele. Se for pega fazendo essas missões secretas para Stark, Peggy poderia ser considerada uma traidora e passar o resto de seus dias na prisão, ou pior. Enquanto mergulha mais fundo em suas investigações, ela pode descobrir que as pessoas para quem trabalha não são quem parecem ser — e pode ainda questionar se Stark é tão inocente quanto diz.

Agent Carter começou o ano com o pé direito, apresentando a primeira de muitas personagens femininas chutadoras de bundas que me inspiraram em 2015. Como não se apaixonar por essa super espiã de sotaque apaixonante e dotada de habilidades que humilharam muitos sujeitos arrogantes na década de 40?


Marvel's Daredevil e Marvel's Jessica Jones - Netflix


Sinopse Daredevil: Daredevil, série baseada no personagem da Marvel Demolidor, segue a história de Matt Murdock (Charlie Cox), vítima de um acidente que o deixou cego quando criança, mas também incutiu nele superpoderes sensoriais. Matt se forma em Direito e abre sua firma junto com seu amigo de faculdade Foggy Nelson (Elden Henson), na perigosa Hell's Kitchen, onde luta por justiça: de dia como advogado, de noite como o Demolidor, o guardião das ruas de Nova York.

Sinopse Jessica Jones: Desde que sua curta vida como super-heroína acabou de forma trágica, Jessica Jones (Krysten Ritter) abriu uma pequena firma de investigação particular chamada Codinome Investigações, em Hell's Kitchen, Nova York, para tentar reconstruir sua vida como uma detetive particular. Entretanto, ela continua sendo atormentada por eventos anteriores de sua vida, sofrendo de distúrbio de estresse pós-traumático. Para conseguir uma vida saudável e normal Jessica faz com que seus super-poderes passem despercebidos pelas pessoas que a cercam. Mas, mesmo tentando fugir do passado, seus demônios particulares vão voltar a persegui-la, afetando seus relacionamentos e sua felicidade, na figura de Zebediah Kilgrave, o Homem Púrpura (David Tennant), um obsessivo vilão que fará de tudo para chamar a atenção de Jessica.

Optei por colocar essas duas séries juntas pelo fato de elas estarem integradas no universo Marvel dentro da Netflix. Daredevil mostrou que o serviço de streaming não estava para brincadeira em sua entrada na febre dos quadrinhos e Jessica Jones mostrou o modo de retratar uma excelente personagem feminina nos quadrinhos e, juntamente a Agent Carter, pode ensinar a Marvel como fazer o serviço. 

Grace and Frankie - Netflix


Sinopse: Grace (Jane Fonda) e Frankie (Lily Tomlin) estão encarando a temida "3ª idade", mas não da forma que imaginavam. Quando os seus respectivos maridos revelam que estão apaixonados um pelo outro, e planejam se casar, a vida delas é virada de cabeça para baixo. Agora, elas estão ligadas eternamente por esse acontecimento e, já rivais, descobrirão que podem ter que tomar conta uma da outra.

Aproveitando a overdose Netflix, essa é uma recomendação mais que necessária. Além de ser uma série com duas mulheres da 3ª idade ao centro, trata-se de falar do que é essa vida após os 60 e que é possível sempre recomeçar. Encantadora e tocante. 

How to Get Away with Murder - ABC


Sinopse: O suspense jurídico narra a vida de Annalise Keating (interpretada por Viola Davis, ganhadora do Emmy na categoria "melhor atriz em série dramática"), uma advogada e professora de direito penal, ou como ela prefere dizer: how to get away with a murder (em tradução livre: Como sair impune de um assassinato). Brilhante, observadora, manipuladora e apaixonada por sua profissão, ela esconde do marido, Sam, que mantém um caso extraconjugal com Nate, um detetive da polícia. Annalise vê sua vida sofrer uma reviravolta quando ela e quatro de seus alunos se envolvem em uma trama de assassinato. Agora, eles precisam usar tudo que aprenderam nas aulas para se safarem.

A ABC me encantou com mais uma de suas séries. How to Get Away tem todos os elementos que estão me entusiasmando na atualidade: personagens representativos, roteiros intrincados, diálogos apaixonantes e tramas de explodir cabeças. Se ainda não começou a ver, dê uma chance pelo menos ao piloto. Tenho certeza que você não vai conseguir parar. 

Quero ainda fazer postagem sobre duas séries maiores que fiz maratona esse ano (provavelmente ficará só para janeiro) e que também recomendo: The Good Wife e The X Files (que ainda estou vendo). Fica a menção honrosa por enquanto, junto a Jane The Virgin, a série mais fofa e emocionante do momento, e que me deixa muito feliz desde 2014, e a The Americans e Broadchurch, as melhores séries que ninguém assiste

E vocês, o que acharam da lista? E o que viram durante esse ano?

6 comentários:

  1. Eu também escutei tantos comentários positivos sobre The 100 que já separei aqui a primeira temporada pra assistir. Confesso que fiquei com um medinho de que a coisa pendesse pro lado "romance/fantasia teen", mas vou dar uma chance. Não é possível tanta gente falando bem assim à toa, hahaha.
    Devo começar How to get Away With Murder também...

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    1. Fernanda, The 100 demanda um pouco de paciência, mas vale demais a pena, omg, sério. Nunca achei que ia amar tanto, mas amo. Eles conseguem quebrar essa questão teen e introduzem bem as questões máximas de uma situação pós apocalíptica.

      Começar HTGAWM é a melhor decisão a tomar na sua vida, vai por mim hahahaah

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  2. The 100 realmente me deixou desanimado no começo. Dá aquela sensação de "*sigh*, mais uma distopia adolescente, certo...". Mas darei uma chance para a série, seguindo sua mini-resenha.
    Da Netflix nem tem o que falar. Netflix é amor, apenas.
    PRECISO começar How to Get Away with Murder mds!
    O universo cinemático da Marvel me confunde bastante. Meio que peguei o bonde andando e não sei pra onde estou indo... Comecei Jessica Jones e pretendo me atualizar das demais séries e one-shots da Marvel. Quem sabe um dia né?

    No mais, adorei o post e dá um super ânimo de botar todas as séries em dia ^-^

    P.s.: Senti falta de Orange is The New Black na overdose de Netflix;
    P.s.2: The Americans is soooo underrated... ('-' )

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    1. The 100 é mesmo um desafio, mas te falo que vale a pena. Eu ainda fiquei meia temporada me arrastando,mas depois vai. E eles aprenderam a fazer personagens femininas inspiradoras.

      Começa, OMG, sério, perfect tv show <3

      Stevan, eu comecei por Agent Carter, vi demolidor de depois peguei essa listinha aqui http://cinepop.com.br/site-revela-a-ordem-cronologica-dos-filmes-da-marvel-95189 Não segui ela à risca, só na alternância com as séries (fundamental pra não pegar spoiler em Shield). Vê se te ajuda.

      Não coloquei algumas séries como OITNB pq eu já assisto essa desde o ano passado. Coloquei coisas que comecei a assistir esse ano.

      The Americans, queria tanto que mais pessoas assistissem =(

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  3. Acho que esse ano foi o que menos assisti séries, eu gosto bastante das séries antigas pois não conheço muito essas novas :)
    Mas gostei bastante das que você anda vendo, já vou anotar aqui os nomes pra assistir agora nas férias.

    ótima semana
    bjo

    http://tatianecdesouza.blogspot.com.br/

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  4. Opa, fiquei interessada na primeira, parece meio underground e eu gosto dessas coisas. O fato de abordar a depressão já me deixa mais interessada ainda. Vou procurar o/
    Vi críticas boas de Grace & Frankie e acho que vou ver <333

    Love, Nina.
    http://ninaeuma.blogspot.com/

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